Vagueio vazio pelas ruas
Caminhando pela luz sombria
De um candeeiro e de uma profecia
Vazia, como estas árvores nuas.
Olho para trás, a procurar
O teu olhar ao luar
Mas a escuridão apodera-se
Daquilo que sempre me espera.
E na morte não há dignidade
Nem, quanto sei, a resposta para verdade
E este veneno que me corrompe
Impede-me de sonhar.
E tudo o que deixo neste mundo
Varia entre a verdade e a mentira,
Através deste ódio imundo,
Algo que nem o diabo suportaria.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Aliança de paz
Aqui sentado
Desperdiço o meu tempo
Pensando em tudo o que podia fazer
E as memórias correm-me as veias
Sinto-as a chegar
Tal como a solidão que sinto
Por mais que tente
Existe sempre uma razão para não me sentir totalmente bem
E caminho em demanda
À procura da paz
A paz que tanto me falta sentir
Aquela paz que é a aliança para nos unir.
Desperdiço o meu tempo
Pensando em tudo o que podia fazer
E as memórias correm-me as veias
Sinto-as a chegar
Tal como a solidão que sinto
Por mais que tente
Existe sempre uma razão para não me sentir totalmente bem
E caminho em demanda
À procura da paz
A paz que tanto me falta sentir
Aquela paz que é a aliança para nos unir.
domingo, 29 de agosto de 2010
Ver-te partir
Ver-te partir
Causa as piores dores
Lembro-me de ti a sorrir
Quero agarrar-te e não te deixar ir.
Depressa te vais
Perco em vista o horizonte
E o passeio como outros dias iguais.
Ter-te distante
E sentir-te tão perto
Que sentimento electrizante
Pior que dor, pior que rancor decerto.
Procuro forma de voltares para mim
Procuro formar de voltar a sorrir
Procuro uma forma de não te esqueceres de mim
Mas não há forma de viver sem ti.
Causa as piores dores
Lembro-me de ti a sorrir
Quero agarrar-te e não te deixar ir.
Depressa te vais
Perco em vista o horizonte
E o passeio como outros dias iguais.
Ter-te distante
E sentir-te tão perto
Que sentimento electrizante
Pior que dor, pior que rancor decerto.
Procuro forma de voltares para mim
Procuro formar de voltar a sorrir
Procuro uma forma de não te esqueceres de mim
Mas não há forma de viver sem ti.
domingo, 4 de julho de 2010
A tristeza do Homem
Ser dono da sua infelicidade
É como ser o porta-voz da verdade
Algo do interior
Que o persegue até ao exterior.
Do enorme deserto da China
Até aos detalhes de uma obra-prima
A tristeza percorre a veia do Homem
Quando é velho, quando é jovem.
Solidário com ele próprio
Aprendeu a verdade do cogito
E até a mentira filosófica
Mas quando para ele olha não vê forma heróica.
A tristeza fria e crua
Variável com as fases da lua
Valorizadora de toda a verdade
Persegue o Homem na sua eternidade.
É como ser o porta-voz da verdade
Algo do interior
Que o persegue até ao exterior.
Do enorme deserto da China
Até aos detalhes de uma obra-prima
A tristeza percorre a veia do Homem
Quando é velho, quando é jovem.
Solidário com ele próprio
Aprendeu a verdade do cogito
E até a mentira filosófica
Mas quando para ele olha não vê forma heróica.
A tristeza fria e crua
Variável com as fases da lua
Valorizadora de toda a verdade
Persegue o Homem na sua eternidade.
sábado, 26 de junho de 2010
Talvez um dia...
Talvez um dia te possa cantar
A palavra Amar
Quando tu precisares
Aí eu estarei para dar.
Talvez um dia te possa contar
Poemas ou canções
Esta confusão de emoções
Que deixa o meu coração aos turbilhões.
E naqueles dias que te sentires inferior
Fraca e com tanta dor
Lembra-te: eu sou a tua força interior.
Talvez um dia te conte
Uma história de embalar
Cheia de maneiras de Amar
A verdadeira fé em que acreditar.
Talvez um dia te mostre
A fantasia de viver
Onde morrer para Amar
É como comer e beber.
E naquelas lágrimas, recheadas de melancolia
Que te fazem lembrar o teu dia-a-dia
Lembra-te: eu estou aqui como que por magia.
A palavra Amar
Quando tu precisares
Aí eu estarei para dar.
Talvez um dia te possa contar
Poemas ou canções
Esta confusão de emoções
Que deixa o meu coração aos turbilhões.
E naqueles dias que te sentires inferior
Fraca e com tanta dor
Lembra-te: eu sou a tua força interior.
Talvez um dia te conte
Uma história de embalar
Cheia de maneiras de Amar
A verdadeira fé em que acreditar.
Talvez um dia te mostre
A fantasia de viver
Onde morrer para Amar
É como comer e beber.
E naquelas lágrimas, recheadas de melancolia
Que te fazem lembrar o teu dia-a-dia
Lembra-te: eu estou aqui como que por magia.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A chama de viver
Amor é o sobrenatural
Exposto ao natural
É fogo acesso
Onde nos queimamos sem medo.
É procurar a solidão acompanhado
É a luta contra o pecado
É chorar alegria
É viver com magia!
É a dor suave
Que cuida de nós
É acompanhado não ter a sós
É viver plenamente realizado.
É a vida na morte
É o fraco no forte.
Amor é a chama de viver
É o desejo da imortalidade
É querer os deuses igualar
Lutando contra a verdadeira verdade.
Exposto ao natural
É fogo acesso
Onde nos queimamos sem medo.
É procurar a solidão acompanhado
É a luta contra o pecado
É chorar alegria
É viver com magia!
É a dor suave
Que cuida de nós
É acompanhado não ter a sós
É viver plenamente realizado.
É a vida na morte
É o fraco no forte.
Amor é a chama de viver
É o desejo da imortalidade
É querer os deuses igualar
Lutando contra a verdadeira verdade.
domingo, 28 de março de 2010
Um caminho lavado de lágrimas
O meu caminho foi pintado
Com lágrimas
Os meus paços, dados com calma
Nos braços de um Anjo, a minha alma
Vagueia inocente
Crente, numa forma de melhorar
De tudo fazer, para voltar atrás
Mas… Zás
É-me cortada a passagem
E, agora, vou de viagem
Procurando o impossível,
Começando a cronometragem
Esperando a última paragem…
A estação do teu coração.
Com lágrimas
Os meus paços, dados com calma
Nos braços de um Anjo, a minha alma
Vagueia inocente
Crente, numa forma de melhorar
De tudo fazer, para voltar atrás
Mas… Zás
É-me cortada a passagem
E, agora, vou de viagem
Procurando o impossível,
Começando a cronometragem
Esperando a última paragem…
A estação do teu coração.
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