Ver-te partir
Causa as piores dores
Lembro-me de ti a sorrir
Quero agarrar-te e não te deixar ir.
Depressa te vais
Perco em vista o horizonte
E o passeio como outros dias iguais.
Ter-te distante
E sentir-te tão perto
Que sentimento electrizante
Pior que dor, pior que rancor decerto.
Procuro forma de voltares para mim
Procuro formar de voltar a sorrir
Procuro uma forma de não te esqueceres de mim
Mas não há forma de viver sem ti.
domingo, 29 de agosto de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
A tristeza do Homem
Ser dono da sua infelicidade
É como ser o porta-voz da verdade
Algo do interior
Que o persegue até ao exterior.
Do enorme deserto da China
Até aos detalhes de uma obra-prima
A tristeza percorre a veia do Homem
Quando é velho, quando é jovem.
Solidário com ele próprio
Aprendeu a verdade do cogito
E até a mentira filosófica
Mas quando para ele olha não vê forma heróica.
A tristeza fria e crua
Variável com as fases da lua
Valorizadora de toda a verdade
Persegue o Homem na sua eternidade.
É como ser o porta-voz da verdade
Algo do interior
Que o persegue até ao exterior.
Do enorme deserto da China
Até aos detalhes de uma obra-prima
A tristeza percorre a veia do Homem
Quando é velho, quando é jovem.
Solidário com ele próprio
Aprendeu a verdade do cogito
E até a mentira filosófica
Mas quando para ele olha não vê forma heróica.
A tristeza fria e crua
Variável com as fases da lua
Valorizadora de toda a verdade
Persegue o Homem na sua eternidade.
sábado, 26 de junho de 2010
Talvez um dia...
Talvez um dia te possa cantar
A palavra Amar
Quando tu precisares
Aí eu estarei para dar.
Talvez um dia te possa contar
Poemas ou canções
Esta confusão de emoções
Que deixa o meu coração aos turbilhões.
E naqueles dias que te sentires inferior
Fraca e com tanta dor
Lembra-te: eu sou a tua força interior.
Talvez um dia te conte
Uma história de embalar
Cheia de maneiras de Amar
A verdadeira fé em que acreditar.
Talvez um dia te mostre
A fantasia de viver
Onde morrer para Amar
É como comer e beber.
E naquelas lágrimas, recheadas de melancolia
Que te fazem lembrar o teu dia-a-dia
Lembra-te: eu estou aqui como que por magia.
A palavra Amar
Quando tu precisares
Aí eu estarei para dar.
Talvez um dia te possa contar
Poemas ou canções
Esta confusão de emoções
Que deixa o meu coração aos turbilhões.
E naqueles dias que te sentires inferior
Fraca e com tanta dor
Lembra-te: eu sou a tua força interior.
Talvez um dia te conte
Uma história de embalar
Cheia de maneiras de Amar
A verdadeira fé em que acreditar.
Talvez um dia te mostre
A fantasia de viver
Onde morrer para Amar
É como comer e beber.
E naquelas lágrimas, recheadas de melancolia
Que te fazem lembrar o teu dia-a-dia
Lembra-te: eu estou aqui como que por magia.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A chama de viver
Amor é o sobrenatural
Exposto ao natural
É fogo acesso
Onde nos queimamos sem medo.
É procurar a solidão acompanhado
É a luta contra o pecado
É chorar alegria
É viver com magia!
É a dor suave
Que cuida de nós
É acompanhado não ter a sós
É viver plenamente realizado.
É a vida na morte
É o fraco no forte.
Amor é a chama de viver
É o desejo da imortalidade
É querer os deuses igualar
Lutando contra a verdadeira verdade.
Exposto ao natural
É fogo acesso
Onde nos queimamos sem medo.
É procurar a solidão acompanhado
É a luta contra o pecado
É chorar alegria
É viver com magia!
É a dor suave
Que cuida de nós
É acompanhado não ter a sós
É viver plenamente realizado.
É a vida na morte
É o fraco no forte.
Amor é a chama de viver
É o desejo da imortalidade
É querer os deuses igualar
Lutando contra a verdadeira verdade.
domingo, 28 de março de 2010
Um caminho lavado de lágrimas
O meu caminho foi pintado
Com lágrimas
Os meus paços, dados com calma
Nos braços de um Anjo, a minha alma
Vagueia inocente
Crente, numa forma de melhorar
De tudo fazer, para voltar atrás
Mas… Zás
É-me cortada a passagem
E, agora, vou de viagem
Procurando o impossível,
Começando a cronometragem
Esperando a última paragem…
A estação do teu coração.
Com lágrimas
Os meus paços, dados com calma
Nos braços de um Anjo, a minha alma
Vagueia inocente
Crente, numa forma de melhorar
De tudo fazer, para voltar atrás
Mas… Zás
É-me cortada a passagem
E, agora, vou de viagem
Procurando o impossível,
Começando a cronometragem
Esperando a última paragem…
A estação do teu coração.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Amar Realmente
Amar dói, quando nos centramos
No leito dos nossos corações
Outrora,
Fora onde nos encontrámos.
Amar dói, quando nos Amamos
Na beleza das palavras
A possessão disputamos.
A dor magoa-nos,
Os ciúmes enlouquecem-nos
As lágrimas vagueiam
Dentro das nossas almas, que tudo planeiam.
O Amor completa-nos, destroçando-nos
O Amor Ama-nos, odiando-nos
Nele tropeçámos e nos levantámos
Contudo, quanto maior nos ergue-mos,
Mais sofrerem-mos.
No leito dos nossos corações
Outrora,
Fora onde nos encontrámos.
Amar dói, quando nos Amamos
Na beleza das palavras
A possessão disputamos.
A dor magoa-nos,
Os ciúmes enlouquecem-nos
As lágrimas vagueiam
Dentro das nossas almas, que tudo planeiam.
O Amor completa-nos, destroçando-nos
O Amor Ama-nos, odiando-nos
Nele tropeçámos e nos levantámos
Contudo, quanto maior nos ergue-mos,
Mais sofrerem-mos.
sábado, 23 de janeiro de 2010
O sentimento da saudade
A saudade aperta
O coração acelera
A paciência escassa
E o tempo não passa.
O sentimento é desconhecido
A própria palavra um mundo,
Um mundo perdido
Onde o Amor é o meu único amigo.
A saudade é a falta
É o sentir
E não puder desmentir.
Acabamos por chorar
Mais do que pensávamos
Enlouquecemos pelas nossas palavras.
Mas afinal,
Somos apenas um
Não apenas eu ou tu
Simplesmente nós.
O coração acelera
A paciência escassa
E o tempo não passa.
O sentimento é desconhecido
A própria palavra um mundo,
Um mundo perdido
Onde o Amor é o meu único amigo.
A saudade é a falta
É o sentir
E não puder desmentir.
Acabamos por chorar
Mais do que pensávamos
Enlouquecemos pelas nossas palavras.
Mas afinal,
Somos apenas um
Não apenas eu ou tu
Simplesmente nós.
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